sexta-feira, 1 de junho de 2018

LVM - Logical Volume Management - Introdução


As versões mais recentes do openSUSE, assim como praticamente todas as distribuições Linux, permitem usar configurações baseadas em Logical Volume Management (Gerenciamento Lógico de Volumes).

Se você administra um Servidor ou um Desktop, só conseguimos apontar vantagens em usar LVM!


Por que usar LVM - Logical Volume Management? 


O Gerenciamento Lógico de Volumes proporciona uma camada de abstração entre um sistema de arquivos e os discos ou partições.

Sem um gerenciamento de volume, uma vez que você tenha usado todo o espaço em um disco, seu sistema de arquivos não pode ser mais estendido. Não de forma simples!

Usando LVM, um sistema de arquivos é criado em um volume lógico. Um volume lógico é criado em cima de um grupo de volume, que por sua vez é criado usando um ou mais volumes físicos (discos ou partições). Deste jeito, um mesmo sistema de arquivos pode se espalhar por vários discos. Assim, se um sistema de arquivos se tornar cheio, ele pode ser estendido adicionando um novo volume físico (disco ou partição) ao grupo de volume ao qual faz parte, e depois simplesmente estendendo o volume lógico no qual ele está montado.


sábado, 26 de maio de 2018

openSUSE Leap Live DVD

Você pode experimentar o openSUSE Linux sem a necessidade de instalar ele em seu computador. Existem duas formas para isso: usar a tecnologia de virtualização, e testar ele dentro de uma máquina virtual; ou usar um Live DVD. Nesse artigo vamos ver como usar um Live DVD. 

Mas se ficou curioso sobre virtualização, aqui vai uma "preleção": através da virtualização você pode instalar, testar, fuçar, mexer, fazer o que quiser dentro de um ambiente isolado da sua máquina real. Assim, você pode não só conhecer e testar outros sistemas em tua máquina real, como vai poder fazer isso sem medo de cometer algum erro e "ferrar" sua estação de trabalho!

Se quiser saber mais sobre virtualização, pode ler uma série de artigos sobre isso aqui mesmo no Blog, a começar por aqui (clique aqui)!



Objetivo principal: Testar o hardware do seu computador!


A razão pela qual recomendamos testar o openSUSE através do Live DVD é verificar se o openSUSE vai reconhecer adequadamente o hardware do computador e instalar os drivers corretos para video, audio, rede e Etc. Se após um bom período de testes tudo se comportar de forma estável, é seguro partir para uma instalação definitiva.

Ajustes após a instalação do openSUSE Leap




Muito bem, você instalou com sucesso o openSUSE Leap e acabou de fazer seu primeiro Login! Hora de fazer os primeiros ajustes após instalação!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Guia definitivo de Instalação do openSUSE Leap



Sobre este guia


Mais do que um guia de instalação, este artigo pretende ir além, e dar muitas dicas sobre coisas que não são muito óbvias, e que irão ajudar aos iniciantes na utilização do openSUSE.

Para fazer o download da última versão do openSUSE, basta clicar na figura no início do artigo, para ser direcionado ao portal oficial de instalação do openSUSE (em inglês). Você pode fazer o download também a partir de nossa página dedicada ao openSUSE Leap.

Para obter mais ajuda quanto ao download, ou como preparar a mídia de instalação, você pode acessar essa outra página oficial (em português): https://pt.opensuse.org/SDB:Ajuda_de_download. Aqui no Blog nós temos um guia de como preparar um USB Stick para ser usado como mídia de instalação. Basta clicar aqui, para saber como.

openSUSE Leap, o grande salto!

Leap 15.0, de volta para o futuro!



O openSUSE vinha numa sequência de versões numeradas, começando  da versão 10.2, lançada em 7 de dezembro de 2006, seguindo até a versão 13.2, lançada em 4 de novembro de 2014.

Lançado em 04 de novembro de 2015, o openSUSE Leap 42.1 representou um grande salto para os usuários dessa fantástica distribuição Linux. E não estamos falando apenas da questão numérica!

Muito mais que questões de numeração, o grande salto foi feito em um aspecto técnico gigantesco: as duas versões existentes do SUSE, que andavam separadas, com equipes e público alvo diferentes, meio que fundiu-se numa só!

Mas antes de explicarmos essa questão da numeração, vamos conhecer um pouco da história do openSUSE Leap.